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Mensagem de D.Pedro Meus Irmãos; A paz vos seja multiplicada. Como dissestes, por duas vezes, durante este encontro, acaso é nome que Deus usa quando não quer assinar. A lembrança do meu nome para o patrocínio desta casa não se deu ao acaso, como não foi ao acaso, que se deu o respingo daquele sangue em um dos meus olhos. Não penseis, todavia, que eu tenha a auréola que se me atribuiu, a de São Longínius. Não, ao contrário, muito longe estou de a possuir. Quando no fim de minha tarefa frente a este país fui chamado do Plano Espiritual, recebi sérias advertências e ponderações sobre o que fiz, sobre o que devia ter feito, sobre o que não devia ter feito. Hoje, aqui estou convosco, lado a lado, lutando pela mesma causa, ostentando a mesma bandeira. Sabeis que não estamos sozinhos. Este País vive o seu momento crucial, é um parto doloroso. É necessário que nós o auxiliemos como seus filhos que somos, é necessário que tomemos posição em prol da regeneração deste povo. Ele é bom na sua essência, infelizmente, suas elites não correspondem ao que ele é, e, eu fiz parte dessas elites. Quero pedir-vos que oreis por mim porque me compete, antes da próxima encarnação terrena, estar ao lado do nosso povo transmitindo-lhe a intuição de nossos maiores. É chegada a hora. Uma hora crucial, uma hora difícil, uma hora dura, mas é a hora em que ultrapassaremos, em definitivo, a fronteira entre o bem e o mal. Amparemo-nos uns nos outros e peçamos ao Cristo que nos ampare porque, embora os dias sejam escuros, embora a tempestade esteja à vista, a aurora vem lá longe. Os novos tempos são promissores e virão muito mais brevemente do que supomos. Oremos, Trabalhemos, Vigiemos e Estudemos. Vosso Irmão, Pedro de Alcântara Mensagem
psicofônica recebida por Luiz Antonio Millecco Filho, em 02 de julho
de
2000, |