Irmãos,
louvemos ao Senhor, contando com o seu infinito amor para o nosso humilde mas
sincero esforço de participação no programa de Evangelização da Humanidade,
já que, diante de nossa inciplência, não teríamos condições de falar em
nome dAquele que é o modelo de perfeição moral, do digno Representante da
Sabedoria Divina para obrar como o Verbo de Deus, que se materializou a fim de
tornar-se visível e audível. Não obstante, fomos os sacrificadores, os
ingratos e injustos verdugos do Cordeiro de Deus, que, um dia, por sua livre e
espontânea vontade, esteve corporificado entre nós e incessantemente nos tem
visitado para ajudar-nos a retornar à Casa Paterna.
Somos
nós, pois, os agraciados com talentos e valores muito acina da nossa capacidade
de mordomia, para nos estimular na conquista de bens reais, como, por exemplo,
virtude e inteligência, cuja aquisição e desenvolvimento nos faculta, os
quais devemos pôr a serviço da consecução dos desígnios do Pai Celestial.
Poderemos,
meus irmãos e amigos, com a oportunidade de semelhante empréstimo,
valoriza-los em um por mil, invertendo-os no resgate dos nossos vultosos débitos
–antigas esquecidas dívidas acumuladas – contraídos através dos tempos,
em sucessivas idades e gerações.
Oh!
meus irmãos, como a nossa Oficina pode prodigalizar-nos oportunidades de nos
enriquecermos em bens que a traça não rói e a ferrugem não destrói.
Esforça!-vos,
amigos. Vale a pena.