JÓIAS

Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-as nas tábuas do teu coração. (Pv. 3:3)

          Se quer se libertar das inferioridades, comece em cultivar a benignidade; deixe essa força de Deus invadir seus sentimentos, fazendo caminho para o amor, pois ela ajuda a acender a luz espiritual no seu coração.

          Não podemos esquecer igualmente a fidelidade em tudo que fazemos, para que sintamos segurança em nossa vida.

          A lealdade é porta aberta para a confiança.

          Escreva em seu coração a indulgência, se possível em letras de luz, como marca de paz, que a vida lhe responderá o que der aos outros.

          Nós somos o que ofertamos aos semelhantes.

          Escreva, nas tábuas do seu coração, a indulgência, e passe a vivê-la, porque o respeito aos outros é claridade nos nossos caminhos.

          Em companhia dos outros não esqueça a brandura, posição divina que  nos mostra o que desejamos para nós.

          A vida nos devolve o que desejamos para os outros

          Seja fiel à natureza, porque Deus não erra; as suas leis são perfeitas.

          As qualidades divinas são jóias que o nosso dever nos pede para carregar conosco, como sinais da vida maior.

          A complacência e a probidade abrem as portas para que compreendamos os outros dons, que são infinitos na nossa intimidade.

          Tenhamos firmeza em todo o bem que a força maior nos pede para multiplicar, e nunca nos faltará oportunidade, que nos vem como intuição de Deus. Basta procurar ser digno.

          Deixe a bondade ser seu clima, sem esquecer a energia como seu guia, e toda obra de Deus se mostrará em equilíbrio.

(De “Gotas de Verdade”, de João Nunes Maia, pelo Espírito Carlos)