CONVITE À
PAZ
“A paz vos deixo. a minha paz vos
dou.” (João: 44-27.)
Estrugem conflitos quais fogos
que apresentam os pavios acesos, e, espalhados espocam, gerando tumulto e
alucinação.
Revoltas injustificáveis geram
animosidades improcedentes, que se espalham mefíticas intoxicando quantos se
encontram no raio de acção.
Expectativas funestas que
resultam, do pessimismo costumaz nutrido por mensageiros do equívoco, enredando
incautos em corrente contínua de desesperados.
Exaltação por nada flui de todos
os lados, passando a energia de alta tensão que descarrega cólera e ira em
elevada em voltagem que fulmina a curto como a longo prazo.
Ansiedades pela aquisição de
valores sem valor reproduzem continua perturbação que afecta o sistema emocional
dando curso a insidiosas enfermidades de consequências funestas.
E outras poderosas constrições
produzidas pela invigilância de cada um, afligindo de fora para dentro como de
dentro para fora, sem ensejar momentos de paz, de asserenamento, de
renovação...
...E conflitos do homem em si
mesmo, conflitos do lar, conflitos do trabalho, conflitos da comunidade
redundando em guerras de extermínio entre os povos como decorrência das lutas
irreprimidas e descontroladas em cada criatura e de cada criatura em relação ao
próximo.
E é tão fácil a conquista da
paz!
Basta que não ambiciones em
demasia, que corrijas os ângulos da observação da vida, que ames e perdoes, que
te entregues as mãos de Deus que cuida das "aves do céu" e dos "lírios do campo" e
que, por fim, cumpras fielmente com os teus deveres.
" Ninguém está em regime de
excepção como pessoa alguma se encontra em abandono, em situação nenhuma, na
Terra ou fora dela.
Realiza o teu oásis interior e não
te escravizes às coisas insignificantes, antes, luta com as armas da paciência e
da m e confiança a fim de conquistares esse tesouro incomparável que é a
paz.
Joanna de Ângelis
Do livro: “Convites da Vida”,
Psicografia: Divaldo P. Franco